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Já tinha dito aqui que fui ver os The Script. Foi tão bom que só uma semana e um dia depois é que consigo atrever-me a descrever o concerto em palavras (ok, a verdadeira razão resume-se numa palavra: preguiça).



Depois de uma primeira parte tenebrosa cheia de rap que toda a gente parecia conhecer menos eu (ao que parece as pessoas que ouvem The Script são as mesmas que ouvem rap, ou então só conhecem o "Hall of Fame" e foram na esperança que fosse tudo igual). Felizmente o rap demorou pouco tempo e lá subiram ao palco os irlandeses. Atrás de nós havia um grupinho de miúdas que ficaram chocadíssimas com a bandeira da Irlanda (uma informação que os fãs desconhecem, obviamente).

Em duas horas de concerto houve tempo para imensa coisa. Começámos com "Paint The Town Green", uma das minhas preferidas e acabámos com "Hall of Fame", muitos confetis no ar e uma dor de garganta daquelas! Houve tempo para luzes 3D fenomenais, drinking games e imensa interacção com o público.

Momentos da noite? Dois. Quando o Danny pediu a alguém que lhe emprestasse o telemóvel para ligar a um(a) ex-namorado(a). Sim, em pleno concerto ele ligou à ex-namorada de um rapaz que estava a assistir ao concerto, cantou-lhe "Nothing" e no final despedimo-nos todos da Mariana dizendo "Goodbye asshole". Claro que isto não é novo nos concertos deles, mas não deixa de ser épico!


Outro dos grandes momentos foi "The Man Who Can't Be Moved". Primeiro porque foi uma versão diferente da original, acompanhada apenas ao piano. A música "acabou" e, sem ter sido combinado (ou se foi, eu não sabia e não me parece que a maioria soubesse), milhares de pessoas aplaudem enquanto cantam "i'm not movin', no i'm not movin'". E mesmo eu, que não ligo nada a isto, achei isto bonito! 


Foi bom também o facto de o álbum #3 ter ficado um pouco "esquecido" no meio da setlist. Houve os inevitáveis "Hall of Fame" e "If You Could See Me Now", mas pouco mais do álbum que considero de longe o pior deles. Assim sendo ouviram-se no palco do MEO Arena estas músicas:

Paint the Town Green (que é uma música tão bem construída e pensada e com uma letra tão boa que até custa a acreditar que existe)
Breakeven (o clássico!)
Superheroes (cantada pelos milhares que estavam no MEO Arena)
We Cry (só a parte final da música porque desconfio que, tal como eu, o Danny também não consegue decorar a letra toda)
Man on a Wire (que tem daquele videoclips que vale muito apenas ver)
Nothing (a tal cantada à Mariana que chegou a desligar o telefone mas recebeu outra chamada logo a seguir)
Good Ol' Days (logo a seguir a um drinking game entre o Danny e o Mark)
Never Seen Anything "Quite Like You" (e eu passava bem com esta a ser substituída pelo "Without Those Songs)
You Won't Feel A Thing (cantada enquanto o Danny andava "perdido" no meio da plateia)

Depois disto, e porque sei que a minha opinião conta imenso, vale a pena referir que os The Script regressam a Portugal a 18 de julho para encerrar o MEO Marés Vivas.

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