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terça-feira, 14 de julho de 2015

Séries (de verão) com nota artística #2

Todo o seriólico sabe que o verdadeiro problema do verão não são as melgas ou o calor abrasador. O grande problema do verão é a falta de séries. Uma série normal começa em setembro/outubro e acaba em abril/maio. E o que é que vemos entre maio e setembro? Muitas pessoas vêm o que têm em atraso mas, só para dar um exemplo, eu tinha 80 e muitos episódios em atraso e já está tudo em dia. É para combater este problema gravíssimo que cá estou hoje. Trago-vos três séries de verão (ou quase) mesmo boas...


Penny Dreadful

Penny Dreadful é a melhor série sobrenatural que por aí anda. Nem vale a pena. Ele é vampiros, mortos-vivos, lobisomens, bruxas. É tudo isto, mas bem feito. Ficam de lado os dramas amorosos adolescentes e dá-se lugar ao verdadeiro terror associado ao mundo sobrenatural. Muitos dos nomes dos personagens também carregam muita história por si só: temos Dorian Gray, Victor Frankenstein... O elenco é outro dos pontos fortes da série e é liderado por uma actriz que a maioria adora: Eva Green que, diga-se de passagem, faz um papelão.



Graceland

Esta é talvez a melhor destas três propostas que se insere nas "séries de verão". É que além de ser no verão, tem um cenário de praia. Graceland é uma série policial que difere das restantes por diversos motivos. Temos vários agentes de agências diferentes numa casa junto à praia. Cada um deles resolve os seus casos infiltrados. Não há cá a lógica irritante do "cada episódio é um caso". Aqui há um caso na primeira temporada, que leva a outro na segunda e na terceira. A única coisa em que a série peca é ainda não termos ouvido a voz angelical do Aaron Tveit a cantar qualquer coisa.




Wayward Pines

Deixei o melhor para o fim. Wayward Pines começou há pouquíssimo tempo, teve estreia mundial simultânea em imensos países e atrevo-me a dizer que é das melhores séries que já vi. O primeiro episódio deixa-nos com a sensação de *spoiler alert* "mais uma série com "um monte de gente presa num sítio pseudo-assustador". Esqueçam. Wayward Pines é muito mais que o Matt Dillon preso numa cidade onde tudo parece estranho. Vale MUITO a pena ver a série.

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