Questões que assolam a humanidade #16

questões que assolam a humanidade 17:18
Se o coração é assim…


Porque é que o desenhamos assim?


Ok, é uma pergunta parva porque a resposta é lógica: é uma questão de estética. Sejamos honestos, um coração desenhado na sua forma real seria horrendo e por isso mesmo faz sentido que não seja assim. Além disso, sem a forma do coração que conhecemos, imaginem como é que seriam os i love milka por exemplo. Já estou a imaginar um pequeno chocolate meio oval cheio de veias salientes. Melhor presente de Natal de sempre! Questões de estética à parte, o que me faz confusão é como é que alguém se lembrou de desenhar o coração do formato como o conhecemos. É que não tem nada a ver!!

Quando o jogo é na Choupana

Benfica 17:19
Hoje o Benfica joga na Madeira com o Nacional. Hoje ou amanhã porque na Choupana nunca se sabe muito bem. Aqui ficam as minhas previsões para o jogo:

20h28: As equipas entram no relvado.

20h30: O árbitro apita para o início do jogo.

20h32: O nevoeiro cobre a Choupana.

20h35: Os comentadores da Sport TV procuram o dossier “coisas irrelevantes para dizer quando há nevoeiro no estádio do Nacional”.

20h37: O Júlio César vai junto do árbitro queixar-se que não consegue ver por causa do nevoeiro.

20h38: O árbitro vai até junto da baliza do Júlio César, confirma que não conseguia ver o Eliseu nem que ele estivesse 5 metros à sua frente e pára o jogo.

20h39: Os comentadores da Sport TV abrem o dossier “coisas irrelevantes para dizer quando há nevoeiro no estádio do Nacional” e começam a encher chouriços.

20h45: Eliseu aproveita o facto de não se ver nada e vai roubar gelados e pipocas aos senhores que vendem nas bancadas.

20h50: O nevoeiro desapareceu e o árbitro apita para o reinício do jogo.

21h00: O nevoeiro regressa e o jogo volta a parar.

21h01: Os adeptos do Benfica começam a perguntar-se o porquê de metade da ilha ter ardido mas a Choupana estar intacta.

21h05: Os comentadores da Sport TV voltam a abrir o dossier “coisas irrelevantes para dizer quando há nevoeiro no estádio do Nacional”.

21h15: Bruno de Carvalho faz log in no facebook.

21h20: Os jogadores recolhem ao balneário.

21h25: Há novo post no facebook de Bruno de Carvalho a dizer que se isto acontecesse com o Sporting, o jogo continuava e que este é o campeonato da mentira.

22h00: O jogo é oficialmente adiado para domingo depois de almoço ou para daqui a uns meses.

A péssima prestação portuguesa nos Jogos

Jogos Olímpicos 17:20
Há portugueses que certamente ainda não se aperceberam do quão forte é o adjetivo “péssimo” e seus semelhantes como “horrível”, “terrível” e afins. Sempre disse desde que comecei este blog que estava aqui também para ajudar os menos entendidos e, por isso mesmo, pretendo desde já esclarecer em que circunstâncias podemos e devemos utilizar tais palavras. Péssima é a maneira como o Ronaldo bate livres. Terrível é o empate de ontem do Benfica frente a uma equipa treinada pelo José Couceiro. Horrível sou eu a cantar Adele. A prestação dos atletas portugueses nos Jogos está longe de ser qualquer uma destas coisas.

Aos olhos do típico português, esta prestação foi péssima. Não foi. Péssimos foram os jogos da seleção no Euro 2016. Mas essa seleção acabou campeã da Europa. Não podemos exigir que a sorte dure para sempre. “Ah e tal mas os nossos atletas deviam ter feito mais, saímos de lá com uma mísera medalha de bronze”. Pois foi, e se as regras do judo não fossem extremamente estúpidas acabávamos sem nenhuma medalha e mesmo assim com uma prestação boa.  

Se eu queria medalhas? Claro. Por mim estávamos a competir com os EUA para ver quem ganhava mais medalhas em toda a competição, mas temos vários problemas que nos impedem de fazer isso mesmo. Primeiro que tudo, não temos um Michael Phelps. Parece que não, mas não é só o treino que faz de alguém um atleta extraordinário. Como em qualquer profissão é preciso aquele Je ne sais quois (sim, tenho ouvido demasiados franceses a falar). Uma pessoa que é um pé de chumbo, por mais que pratique nunca saberá dançar (pelo menos bem). O mesmo se passa com os atletas. Nós temos a sorte de ter alguns atletas de excelência e que conseguem dar-nos medalhas em mundiais e europeus umas atrás das outras. É a esses mesmo que podemos pedir medalhas. A Telma Monteiro é um desses exemplos e este ano cumpriu com aquilo que lhe era exigido (não por nós mas sim pela sua qualidade). O Nelson Évora é outro exemplo e que, mesmo depois de tudo o que se passou com ele, conseguiu superar-se e dar-nos um excelente resultado no Rio. O Nelson é também um exemplo de talento desperdiçado num país que não apoia o desporto. Há uns bons anos atrás, não duvido que com as condições de treino que Portugal nunca teve, teria conseguido a marca mítica dos 18 metros. Mas é o país que temos.

Talvez pudéssemos exigir mais qualquer coisa na canoagem, no ténis de mesa ou no ciclismo, mas talvez as expetativas estivessem muito lá em cima por parte da maioria dos portugueses. Nisto culpo completamente a comunicação social. Cada vez que via um português passar a uma final, ouvia prontamente um jornalista a dizer que ia lutar por medalhas. Iam todos lutar por medalhas. Até aquele da canoagem slalom (que 99% dos portugueses nem sabiam que era um desporto) que tinha sido repescado para os Jogos. Para um desporto de que  eu nunca ouvi  falar (e eu considero-me bastante entendida em desporto), um lugar na final de um atleta que certamente terá uma profissão "a sério" soube-me a medalhas. Mas isso sou eu, que me contento com pouco. No Taekwondo também íamos ganhar uma medalha. É importante salientar que temos alguns dos melhores atletas do mundo, mas importa continuar a salientar isso mesmo depois de eles terem azar (que neste caso não sei se terá sido azar porque sei zero de Taekwondo). 

Só com as medalhas que a comunicação social atribuiu aos canoístas portugueses já dava para ultrapassar os EUA na tabela final. Cada final nos ia dar uma medalha. Claro que depois os portugueses ficavam desiludidos com quartos e quintos lugares, como se isso fosse mau. Por acaso vocês estão entre os cinco melhores do mundo a fazer alguma coisa? Treinam todos os dias depois de irem trabalhar? Quem critica não tem noção das dificuldades que estas pessoas enfrentam. Imaginem-se nos lugares deles a treinar sem apoios, a pagar viagens do próprio bolso para poderem competir internacionalmente e ganhar medalhas que ninguém sabe que existem. Isto não é futebol. Ninguém recebe milhões de euros para treinar. A beleza das redes sociais é precisamente esta de ficarmos a conhecer melhor as histórias destas pessoas através de uns e outros tweets.

Se a falta de apoios é desculpa para tudo? Não. Por vezes também há falta de ambição e a falta do tal je ne sais quoi de que eu falava. Afinal a Grécia está pior que nós financeiramente e conseguiu três medalhas de ouro. Como? Com atletas acima da média (pelo menos o ginasta que venceu o ouro nas argolas é absolutamente extraordinário e arrumou com a concorrência facilmente). 

Assim sendo, antes de falarem, pensem! Eu sei, é difícil pensar antes de falar e eu não costumo fazê-lo muitas vezes, mas acreditem que é uma coisa fantástica! E em vez de se focarem na nossa falta de medalhas, foquem-se nos momentos incríveis que viram como as mil e uma medalhas do Phelps ou a revalidação de todos os títulos olímpicos do Bolt. Ou então foquem-se nos fantásticos resultados de muitos dos nossos atletas que ficaram no top 10. Se já não se lembram, fica o lembrete: 

José Carvalho - 9.º lugar em canoagem slalom
Luciana Diniz - 9.º lugar no hipismo
Rui Bragança - 9.º lugar no Taekwondo
Susana Costa  9.º lugar no triplo salto
Seleção sub-23 - quartos de final no futebol
Rui Costa - 7.º no ciclismo
Nelson Oliveira - 7.º lugar no contra relógio
Fernando Pimenta, David Fernandes, Emanuel Silva e João Ribeiro - 6.º lugar na canoagem
Patrícia Mamona - 6.º lugar no triplo salto
Ana Cabecinha - 6.º lugar nos 20km marcha
Nelson Évora - 6.º lugar no triplo salto
Fernando Pimenta - 5.º lugar na canoagem
João Pereira - 5.º lugar no triatlo
Emanuel Silva e João Ribeiro - 4.º lugar na canoagem
Telma Monteiro - 3.º lugar no judo

Questões que assolam a humanidade #15

questões que assolam a humanidade 17:23
Porque é que os números das calças são pares?

Já pararam dois minutos para pensar sobre isto? Não? Ainda bem, porque é para isso que eu cá estou. Vivemos num país em que as calças são numeradas apenas com números pares. Porquê? Ninguém sabe. A mim até me dava jeito ter o número intermédio porque, como muita gente, sofro daquele problema de ter de comprar o número acima, que me fica um bocado largo, porque o imediatamente abaixo fica-me muito apertado. E, ainda dentro desta questão, é incrível o facto de as calças serem numeradas na casa dos 30 e dos 40. Não faria mais sentido começar logo a partir do 2? 

Guia prático para os Jogos Olímpicos

Jogos Olímpicos 17:25
Os Jogos Olímpicos começam hoje e, por isso mesmo, juntei num post tudo o que precisam de saber sobre a maior competição de desporto. Começo por fazer uma vénia virtual ao Rui Jorge que, com tantas contrariedades, conseguiu construir uma equipa excelente que ontem venceu a Argentina.

Há umas quantas provas que não precisam de ver (spoiler alert) como as corridas de longa distância cujas medalhas já estão todas entregues ao Quénia, Etiópia e afins. Os 100 e 200 metros também não precisam de ver porque o Bolt acaba com a concorrência. No final vamos estar todos a lamentar a falta de medalhas e alguém de quem nunca ouvimos falar ganha o bronze ou a prata numa modalidade de que também nunca ouvimos falar.

E para não dizerem que este blog é completamente inútil, fica aqui o calendário completo das provas que envolvem portugueses (o google tem um relativamente bom mas sem vários desportos como o atletismo ou a canoagem):

Sábado, dia 6:

13h30: Ciclismo - Rui Costa, José Mendes, André Cardoso e Nelson Oliveira
17h00: Pistola de ar 10m - João Costa
17h08: Natação 400m estilos - Alexis Santos 
18h00: Ténis - Gastão Elias 
18h32: Natação 400m estilos - Victoria Kaminskaya

Domingo, dia 7:

00h30: Ténia de mesa - Jieni Shao
12h30: Canoagem Slalom - José Carvalho
13h00: Ténis de mesa - Fu Yu
13h45: Ginástica artística - Ana Filipa Martins
14h21: Judo - Joana Ramos 
14h56: Judo - Sergiu Oleinic
16h30: Ténis - João Sousa 
19h00: Futebol - Portugal vs. Honduras

Segunda, dia 8:

01h00: Ténis de mesa - Marcos Freitas
14h56: Judo - Nuno Saraiva
15h38: Judo - Telma Monteiro
17h00: Ténis de mesa - Tiago Apolónia
17h05: Vela - João Rodrigues
17h05: Vela - Gustavo Lima
17h15: Vela - Sara Carmo
17h56: Natação 200m estilos - Victoria Kaminskaya

Quarta, dia 10: 

13h00: Pistola 50m - João Costa
14h00: Ciclismo contra relógio - Nelson Oliveira
15h24: Judo - Célio Dias
17h00: Futebol - Portugal vs. Argélia
18h09: Natação 200m estilos - Alexis Santos
18h24: Natação 200m estilos - Diogo Carvalho

Quinta, dia 11:

11h30: Golfe - Ricardo Melo Gouveia e José Filipe Lima
14h00: Judo - Jorge Fonseca
17h26: Natação 800m livres - Tamila Holub
23h55: Badminton - Telma Santos

Sexta, dia 12:

15h00: 100 metros - Lorène Bazolo
15h10: 10000 metros - Ana Dulce Félix, Sara Moreira e Carla Salomé Rocha
17h05: Vela - Jorge Lima e José Costa
18h03: Ginástica de trampolim - Ana Rente
18h30: 20 km marcha - João Vieira e Sérgio Vieira
23h30: Badminton - Telma Santos

Sábado, dia 13:

00h30: 1500 metros - Marta Pen
13h30: 100 metros - Yazaldes Nascimento
13h40: Triplo Salto - Patrícia Mamona e Susana Costa
15h00: 400 metros - Cátia Azevedo
15h20: Badminton - Pedro Martins
18h03: Ginástica de trampolim - Diogo Abreu
19h00: Ténis de mesa - Tiago Apolónia, Marcos Freitas e João Monteiro

Domingo, dia 14:

13h30: Maratona - Ana Dulce Félix, Jéssica Augusto e Sara Moreia
13h40: Badminton - Pedro Martins
14h00: Hipismo - Luciana Diniz
23h55: Badminton - Telma Santos

Segunda, dia 15:

13h00: Maratona aquática - Vânia Neves
13h00: Canoagem C1.1000 - Fernando Pimenta
13h30: Triplo Salto - Nelson Évora
13h35: 200 metros - Lorène Bazolo
13h38: Canoagem K1.200 - Francisca Laila

Terça, dia 16:

13h45: Salto à vara - Marta Onofre e Maria Leonor Tavares
15h20: Lançamento do disco - Irina Rodrigues

Quarta, dia 17:

01h10: 400 metros barreiras - Vera Barbosa
13h00: Canoagem K2.1000 - Emanuel Silva e João Ribeiro
13h15: Taekwondo - Rui Bragança
13h16: Canoagem C1.200 - Hélder Silva
13h51: Canoagem K1.500 - Teresa Portela

Quinta, dia 18:

13h55: Lançamento do peso - Tsanko Arnaudov
15h00: Triatlo - João José Pereira, João Pedro Silva e Miguel Arraiolos

Sexta, dia 19:

12h00: 50 km marcha - João Vieira e Pedro Isidro
13h51: Canoagem K4.1000 - Fernando Pimenta, Emanuel Silva, David Fernandes e João Ribeiro
18h30: 20km marcha - Inês Henriques e Ana Cabecinha

Domingo, dia 21:

13h30: Maratona - Ricardo Ribas, Rui Pedro Silva e Hermano Ferreira
16h30: Ciclismo de Montanha - David Rosa e Tiago Jorge Oliveira Ferreira

Não precisam de agradecer! As horas de alguns desportos podem não ser exatamente estas já que o início de alguns jogos está dependente do final de outros. No caso da vela, está apenas o horário da primeira regata. No atletismo as horas também podem não ser exatamente as que estão aqui porque os atletas ainda não sabem em que eliminatória estão e escusado será dizer que só estão as datas e horas das eliminatórias e não das finais.

10 motivos pelos quais o verão é sobrevalorizado

17:26

Estamos no início de agosto, aquele mês que exclama verão por todo o lado. Sendo eu uma adepta fervorosa do inverno, trago-vos um conjunto de razões para perceberem o porquê de o verão ser uma das piores estações do ano.

1. Calor insuportável

Sim, é suposto estar calor no verão… o que não é suposto é eu sair de casa e sentir-me como suponho que se sente um porco no espeto. Um verão com 25 graus era coisa para eu suportar sem me queixar, mas quando chegamos aos 40 ou lá perto, não há razão para não odiar o verão!

2. Dormir com o calor

Dormir é das minhas atividades preferidas e sou excelente a fazê-lo. A menos que sejam duas da manhã estejam 30 graus dentro de casa. Uma solução seria abrir a janela para entrar aquela réstia de vento que se faz sentir lá fora, mas isso leva-me ao próximo ponto.

3. Mosquitos e insetos

Não há nada mais irritante do que querer dormir e ouvir aquele zumbido das melgas a sobrevoar a nossa cabeça à procura da melhor veia para nos drenarem o sangue de noite.

4. As típicas fotos de verão nas redes sociais

Ao que parece para se ter um verão absolutamente fenomenal é indispensável publicar no face ou instagram um conjunto de fotos como: foto das pernas com o mar ao fundo; foto com um prato de caracóis e uma imperial; foto de um qualquer país para onde a pessoa foi passar férias onde só se vê a pessoa em questão e nada do suposto monumento que devia estar na foto… and the list goes on.

5. As partes de corpo que ninguém quer ver

Sabem o quão difícil é encontrar calções para o verão? Eu sou das poucas pessoas que vive este drama. Vou a todas as lojas e vejo “calções” mais caros que calças. E calções está entre aspas porque na verdade o que há à venda não são calções mas sim aquilo que eu batizei como “cuecas de ganga”. Parecem calções, mas quando os vestimos vêm-se metade das nádegas. Há cuecas maiores que os calções de hoje em dia. Eu, que sou uma pessoa antiquada e que não gosta de andar a mostrar metade do rabo no meio da rua, não posso usar roupa de verão.

6. Não há futebol

Não é algo que afete toda a gente, mas há uma maioria que sofre pelo mundo inteiro sem futebol para ver. E não, o Euro não veio resolver nada. Entretém, mas não se pode comparar à alegria de ver o Benfica!

7. Escaldões

Nunca apanhei nenhum escaldão na vida até porque sou uma daquelas pessoas que se passar uma semana na praia fica mais ou menos como o Mantorras, mas acredito que deva doer. Claro que ficar a torrar na praia às horas de maior calor sem chapéu nem protetor solar é mesmo pedir para ficar que nem uma lagosta. Para quem apanha escaldões só de sair à rua, ficam as minhas condolências.

8. O francesismo

Todas as terras triplicam o número de habitantes em agosto. Nenhum problema com isso. O meu problema está na quantidade de francês que ouvimos nas ruas. A lógica de uma pessoa que sempre falou português na vida chegar a Portugal e perguntar-me “ça vas?” é algo que me ultrapassa. Isso e o monte de palavras francesas que misturam numa frase portuguesa. Uma vénia aos emigrantes que chegam cá a falar português e sem se quererem armar em bons!

9. Volantes que queimam

Conduzir no verão é das piores coisas da vida. Estacionamentos à sombra é para esquecer. As costas começam a colar ao banco, o volante queima-nos as mãos ao ponto de nos apetecer fazer como o Toy e conduzir com os joelhos. O ar condicionado é demasiado artificial, mas se abrirmos os vidros é uma ventania de ar quente que não se aguenta. Ponto extra para as nós, raparigas com o cabelo comprido, que começamos a ter mais cabelo na frente da cabeça por causa do vento.

10. Não é aceitável não gostar do verão

Dizer a alguém que não gostamos do verão é cometer suicídio público. Se estão a pensar dizê-lo, tenham em mente que vão surgir perguntas como “estás parvo?” e “como é que é possível não gostares do verão?”. Depois experimentem dizer também que não gostam de praia. Se o vosso objetivo era fazer novos amigos, esqueçam lá isso.